UNITA encosta JES a parede ? - Pedro Veloso Sem Dos Santos seria o fim...
UNITA propõe autonomia para a região de Cabinda e demais províncias, municípios comunas e bairros
Holanda - Certamente foi uma boa iniciativa o líder da UNITA, Isaías Samakuva, vir a público para voltar a tocar no tema eleições presidenciais. Não há a mínima dúvida que somente Jes parece não querer o voto presidencial directo, talvez porque se sinta insubstituível. Mas será que a forma como tem actuado Samakuva de um tempo a esta parte ajuda em algo?
* Pedro Veloso
JES impediu os angolanos na diápora de votar
As nossas críticas a Jes só devem crescer, como forma de darmos o nosso contributo no sentido de fazer com que este cidadão angolano se toque de uma vez por todas e dê conta que Angola, de 2002 para cá, tem regredido por culpa dele. Está comprovado científicamente que ditadura não gere desenvolvimento. Eleições já ou fora do trono, ‘camarada’ presidente.
Dedicado que foi o parágrafo anterior, e muito rapidamente, ao ‘pai grande’, como forma de mais uma vez mostrar que devemos permanecer implacáveis e activos políticamente enquanto ele continuar a pensar que é dono de um território africano de 1.246.700 Km2, o momento que se segue deve ser dedicado a Isaías Samakuva. Isso precisa-se.
Por Orlando Castro
A “visão estratégica” do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, perante a crise económica internacional, foi decisiva para a
manter a estabilidade macroeconómica e desenvolver acções inseridas no processo de diversificação da economia nacional.
Ou seja, também na economia, tal como em todas as outras vertentes da vida dos angolanos, Deus tem um representante directo (ou será ele próprio?) no país. Sem Eduardo dos Santos seria o fim.
Quem é que em 1975 pôs o PCP na ordem? Eu
A Segunda Parte desta proposta estabelece os princípios gerais que orientam o exercício do poder político pelos cidadãos e define a organização político-administrativa da República. Para além da eleição, são consagrados o plebiscito, o referendo a iniciativa popular e a revogação de mandatos para serem utilizados como instrumentos de controlo dos Poderes legislativos e executivos pelos cidadãos. Por meio deles, os cidadãos podem aprovar, ractificar, vetar e controlar políticas públicas e outros actos institucionais e normativos, bem assim como revogar o mandato do Presidente da República, sem ingerência dos poderes representativos ou delegados

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