ESTADO ANGOLANO MATA ,MANDA MATAR E DEIXA MATAR

ESTADO ANGOLANO MATA ,MANDA MATAR E DEIXA MATAR

 Estudos mostram que: Estado angolano\" mata ,manda matar & deixa matar.Será publicado brevemente um relatório de organizações contra a violência policial em que é comprovado através de dados que a polícia angolana mata muito mais que em outros países,e usa como "controle social". 

Fernando VUMBY

Os relatórios e mapas de extermínio, execuções por ajustes de conta, extra-judiciais ,e mortes que ocorrem um pouco por todo o país apresentam dados concretos da violência em Angola. 
O trabalho elaborado,por ONGS credíveis, mostra que a polícia em Angola, mata muito mais do que as de outros países, o que coloca em evidência que o Estado Angolano utiliza um sistema de extermínio. O relatório aponta que a orientação das corporações é de ensinar a matar e ainda, não é para matar qualquer um.Existem casos em que os próprios chefes são quem, dão as ordens de execussâo de ladrões ,curiosamente num país onde a maior parte dos responsáveis também o são. E quando a missão corre bem,todos limpam a boca ,mais quando têm o azar de encontrar pela frente,famílias, que não se deixam intimidar,correndo para os meios de comunicacâo privada para fazerem o relato ou denunciar,é ai,onde a porca torce o rabo,e começa uma outra fase do crime.A caca aos falsos autores,para nos brindarem no noticiário das \" 13 horas \" na TPA,ou tentar credibilizar a justiça esfarrapada,que todos nós conhecemos. Assim desconfiam alguns bem entendidos,sobre o famoso massacre da frescura,onde um julgamento teatrizado,e confuso ,muita verdade acaba por ser encoberta como sempre.O Estado angolano deveria assumir que ele mata, manda matar e deixa matar. Enquanto o judiciário,nem nunca apresentou um relatório que mereça credibilidade,porque, sâo casos raros em que, por detrás de um ajuste de contas nâo estege um tubarão. Ou finge que sanciona,arquivando os processos,muitas vezes porque o criminoso é sobrinho ,tio, irmão do Zé ou da Maria. Angola é até hoje, um dos países mais atrasado de África,quanto a publicacâo de dados sobre o índice de crimes cometidos no país. Por vezes fica-se com a ideia de que existe ,uma gra! nde falta de vontade, desinteresse total e falta de seriedade. Também nem esclarece a sua própria populacâo,sobre mortes até mesmo de figuras, do MPLA que fizeram muito pelo país. Uma pesquisa diz;que 86% dos angolanos até hoje,nem sabem concretamente onde,como e porque morreu o DR. Agostinho Neto,assim como outras figuras de renome nacional e internacional,como Viriato da Cruz,etc. É difícil perceber,o comportamento deste governo,em esconder até coisas,de interesse,para aqueles que lhe vende,ou lhes compra seus votos quando e sempre que necessário ?
Em Angola, a Constituição proíbe a pena de morte,pelo menos no papel. Entretanto, podemos dizer que ela tem sido "aplicada ilegalmente". São chacinas, execuções sumárias praticada por forças policiais,segurança do Estado, em serviço ou fora de serviço, mortes e desaparecimento de pessoas que se encontram sob custódia e responsabilidade do Estado.Sâo mortes, que estão directamente relacionadas com torturas, maus tratos e condições degradantes a que são submetidos(as) os(as) detentos(as). Além das mortes de pessoas internadas em manicómios e hospitais ,para deixarem uma cama para o próximo doente.
Constata-se que a pena de morte não oficial, no entanto, está em vigor, naquelas ruas do Sambizanga,Rangel,Zangado,Marcal,Katambor,Cazenga,Prenda,Kaputo,Maculusso,Katepa,Ritondo,Kamakupa,Kanambua,Mikongi,Buku Zau ,Bailundo,e um pouco por todo país. Os dados mostram que a maior parte das mortes são crimes misteriosos envolvendo a morte de jovens,homens de bem,políticos e críticos do regime.
Mas de 60% dos presos têm de 18 a 47 anos. As vítimas dessa pena de morte ilegal, tem em sua maioria entre 15 a 55 anos de idade, e sâo negros , moradores das periferias das grandes cidades e ainda , na maioria dos casos, não há nenhuma tentativa de esclarecer , ou mesmo constatando a extrema violência, nada é feito. Como no caso do Mfulumpinga Landu Victor,Jaime António e de outros tantos anónimos, cujo assassinato completam dezenas de anos ,e diante do qual nada é feito para esclarecimento público . Mfulumpinga foi brutalmente assassinado faz três anos e até hoje,ninguém diz absolutamente nada,como se de uma formiga se tratasse. Muito se falou, enquanto outros foram ameaçados de morte para nâo abrirem a boca .E curiosamente,quando recentemente uma deputada do Mpla ( BEATRIZ SALUCOMBO ) foi baleada enfrente á sua,casa,por ordens do presidente,em menos de 72 horas,já tinham fabricado os supostos culpados. É assim,muita coisa geralmente só chega ao conhecimento do povo quando os governos sâo depostos.\" Dos torturados até a morte ,muitas vezes em suas próprias casas,dos queimados acusados de bruxo,quando a vida corre mal ,ou quando o sonho nâo foi agradável,desses nem esses nem contam,quando existem estatísticas aldrabadas,porque se diz popularmente (morreu mal )
Na esmagadora maioria dos casos é negada a divulgação da autoria das mortes por parte dos organismos investigadores do Estado, por ser evidente o envolvimento de policiais.
Apesar de no país a pena de morte não ser oficial e não ser parte do chamado "ordenamento jurídico", esta penalidade extrema é aplicada pelo estado, que rasga a Constituição para defender seu controle do regime. 
Com o pretexto de "combater o crime" os polícias matam a população e em situações que não conseguem justificar. A polícia chama esses assassinatos de "resistências seguidas de morte", Quantas zungueiras já caíram,atingidas pelas balas policiais, e os casos não são investigados ? Como foi o caso,dos jovens baleados,quando filmavam cenas do dia á dia diabólico angolano.Até hoje tudo ficou no silêncio dos diabos,porque o governo nâo se sente na obrigacâo,de fazer qualquer esclarecimento,talvez por carga de consciência. Pois das mentiras ninguém acredita e daí ,terem optado pelo silêncio.Quantas garotas detidas já foram violadas,por policias sendo alguns deles, portador de sida,e suas vitimas acabam por desaparecer misteriosamente das cadeias ? Existem vários relatos e documentos na sua maioria ,com envolvimento de a! ltos responsáveis e considerados ( Crimes do ano )

Até mesmo o relato das ONU sobre execuções sumárias, que tenho tido ,graças a minha coraboracâo,com várias instituicôes, afirmam que ;as autoridades polícias angolanas, utilizam a "força letal e não a inteligência para controlar o crime". 
O relato afirma que a polícia utiliza a violência letal como uma forma de controle social. Ela é direccionada contra pessoas não identificadas, em geral negras e pobres. 
A alegação é de "suspeita", mesmo que seja uma criança de oito anos que se movimenta,quando o presidente passa,rouba uma galinha, um telemóvel, joga a bola sem querer, para o gradeamento do ministro tal ,se aproxima junto ao palácio ,ou quando um adolescente rendido em seu próprio quarto, fumando um charuto.
Afirmam ainda que teriam cometido algum crime ou mesmo de apresentarem uma "atitude suspeita". No entanto, deixando de lado os casos acintosos de crime da polícia, como o assassinato pelas costas, tortura, pessoas rendidas assassinadas, mesmo os que tenham cometido algum delito deve ter o seu direito de defesa preservado.

É EVIDENTE QUE A REPRESSÃO EM ANGOLA É ESPECIALMENTE DIRIGIDA CONTRA OS POBRES QUE NÂO SABEM COMO, E NEM TÊM QUEM OS DEFENDE.

Este estudo apenas reafirma que a suposta democracia actual é um verniz para acobertar imensas atrocidades. 
Nestes casos, pela regra, não há nenhum culpado. É um modo de funcionamento, a violência e tortura são praticadas em todo o país.
Esta é a política angolana ; assassinar friamente quem não obecede as ( 34 leis )-- nacionais dos mandamento da corrupcâo institucionalizadas por ( EDUARDO DOS SANTOS )

Enquanto isso,numa declaracâo mentirosa,dizia \" Ismael Gaspar Martins \",quando era representante permanente de Angola nas Nacôes Unidas o seguinte :\" VAMOS INTENSIFICAR A PROMOCÂO DOS DIREITOS HUMANOS EM ANGOLA \" Não sei o que significava para o senhor ; promocâo dos direitos humanos \" Se calhar estava a se referir ;\" AOS DIREITOS DOS MANOS------- Ainda me lembro como se fosse hoje,em declaracâo á \" BBC \",o entâo embaixador,ainda foi mais longe dizendo;que nâo podia avançar com dados ou com uma cifra exacta relativamente aos programas que seu governo e partido pretendia implantar para a melhoria dos direitos humanos em Angola.Também tinha dito que estava em curso,programas de formacâo da policia,para harmonizar a ordem jurídica.Nâo sei de que justiça sinceramente, o senhor também se referia. Se calhar também da mesma q! ue eu considero de ; ( farsa,de cabeça para baixo e a teatrizada ). Quando lhe abordaram a questão,dos desalojamentos ,o mesmo respondeu dizendo que o governo estava a tentar alojar o povo condignamente.Aonde ? Nas tendas,longe da água,da luz , mais próximo do lixo e das doenças.

 

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