CRESCIMENTO ECONÓMICO TROUXE MAIS BENS E SERVIÇOS PARA A POPULAÇÃO

CRESCIMENTO ECONÓMICO TROUXE MAIS BENS E SERVIÇOS PARA A POPULAÇÃO

 

 

O ministro adjunto do primeiro-ministro, Aguinaldo Jaime, considerou hoje em Luanda, que o crescimento económico do país reflecte-se no maior volume de bens e serviços à disposição da população.

Aguinaldo Jaime falava na palestra sobre «Crescimento económico-realidade ou ficção», promovida pela Rádio Nacional de Angola.

 

O ministro adjunto do primeiro-ministro referiu que a economia angolana é caracterizada agora por maior estabilidade, plenas oportunidades de investimento, baixa inflacção e queda na taxa de desemprego.

 

O dirigente angolano referiu-se igualmente a um processo de diversificação da estrutura do Produto Interno Bruto (PIB) e do conjunto de bens e serviços produzidos no país.

 

«Se eu estiver numa economia em que os preços sobem todos os dias, em que a moeda se deprecia todos os dias, em que os agentes económicos não têm qualquer previsibilidade sobre o comportamento da economia, em que a incerteza é muito grande, obviamente o investimento retrai-se e, naturalmente, retraindo-se o investimento, não pode haver crescimento sustentável. Foi isso que aconteceu no país anos atrás, onde tinhamos a combinação de dois factores perversos, a guerra e o menor acerto na política macro-económica do governo que fazia com que tivéssemos altas taxas de inflação, que fazia com que tivéssemos uma moeda perfeitamente instável»- sublinhou.

 

O ministro adjunto do primeiro-ministro reconheceu, entretanto, que as falhas constantes de energia eléctrica cria constrangimentos ao crescimento da economia.

 

«Angola tem um potencial hídrico muito grande e este potencial tem que ser aproveitado para o aumento da oferta de energia. Hoje a energia é um grande constrangimento ao crescimento económico. Se nós os cidadãos já sentimos os efeitos do corte de energia, imaginem uma economia a crescer muito fortemente, em que há mais empresas que gastam mais energia, obviamente que a oferta de energia tem de acompanhar o crescimento económico, senão ela volve sem travão deste mesmo crescimento. E acho que o governo está atento a isto. Novas barragens hidroeléctricas estào em carteira e algumas delas já foram aprovadas.»

 

O ministro adjunto do primeiro-ministro apontou avanços na reabilitação de pontes, estradas, escolas, hospitais e centros de saúde.

 

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