E lá vão 32 anos

E LÁ VÃO 32 ANOS

Eugénio Costa Almeida



Há 32 anos, Angola, numa difícil noite de 11 de Novembro de 1975, ascendia à sua independência como Estado e como uma República embora politica e militarmente dividida mas unida na mesma génese: a Liberdade.

Comemoremos pois mais um dia da Dipanda e esperemos – diria mais, desejamos –, que os nossos políticos meditem sobre o dia Nacional e se lembrem que os Angolanos só pensam numa única cláusula, por sinal a maior delas todas, como pessoas, como cidadãos e como Mulheres e Homens que se querem livres: ANGOLA.

Queremos uma Angola realmente livre, justa, fraterna e enorme!

Para isso, é claro que é necessário que os políticos, aqueles que ainda possam dizer que podem atirar uma pedra, exijam que os outros vejam o Povo com olhos e com o coração.

Para isso, exige-se a marcação efectiva de eleições legislativas para que o Povo possa, enfim, dizer de sua justiça e que todos – mas TODOS – aceitem o seu veredicto qualquer que ele seja.

Para isso, é imprescindível que o Povo deixe de passar fome e tenha condições mais humanas de habitabilidade e não continue a ver alguns quantos, muito poucos, comprarem autênticos solares a preços ostensivamente exorbitantes e insultuosos. Para isso, é fundamental que todos tenham um emprego justo, estável e devidamente remunerado.

Para isso, é indispensável que todos tenham acesso à Educação e à Formação, os primeiros motores de Desenvolvimento de(o) um País.

E quando isso acontecer, estarão realizadas duas das estrofes do Hino de Angola: “Honramos o passado e a nossa História, / Construindo no Trabalho o Homem novo” e, assim, se cumprirá o refrão nacional “Pátria Unida, Liberdade, / Um só

Fonte:http://www.noticiaslusofonas.com


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