Universidade Católica defende os poucos que têm milhões e não os milhões que têm pouco

Universidade Católica defende os poucos que têm milhões e não os milhões que têm pouco

A Universidade Católica de Angola (UCA) acredita, ou diz acreditar, que o crescimento económico do país pode ser ameaçado caso a oposição, que considera (não sei com que base objectiva) "impreparada", suba ao poder nas eleições da próxima sexta-feira.

"Com mais ou menos contestação política, o governo e o partido que o apoia levaram a cabo um conjunto de reformas económicas, institucionais e mesmo sociais - embora de menor expressão quando comparadas com as de índole económica - que melhoraram a imagem interna e externa do país", diz o Relatório Económico Angola-2007, recentemente publicado pelo Centro de Estudos de Investigação Científica da UCA.

Não está mal. O MPLA não faria melhor. Aliás, a UCA está no bom caminho para conseguir muitos mais apoios daqueles a quem se destina desde que iniciou as suas actividades, em Fevereiro de 1999: os poucos que têm milhões e não os milhões que têm pouco ou nada (68% dos angolanos).

Não percebo, aliás quando toca a Angola a única coisa fácil de perceber é a tentativa de manutenção, custe o que custar, do poder por parte de quem lá está há 33 anos (o MPLA), como é que uma Universidade (ainda por cima católica) dá mais importãncia ao desenvolvimento económico do que ao Índice de Desenvolvimento Humano angolano que, medido pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), coloca Angola entre os dez piores países do mundo.

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