UNITA PARTE EM BUSCA DO VOTO

 

UNITA PARTE EM BUSCA DO VOTO

Ao mesmo tempo que o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva traçava em Luanda as linhas orientadoras da campanha do partido, nas diferentes capitais provinciais os representantes do Galo Negro deram também o tiro da largada, para aquela que vai ser a maratona da conquista do voto para a vitória da mudança defendida pelo galo negro.

Ao mesmo tempo que o Presidente da UNITA, Isaías Samakuva traçava em Luanda as linhas orientadoras da campanha do partido, nas diferentes capitais provinciais os representantes do Galo Negro deram também o tiro da largada, para aquela que vai ser a maratona da conquista do voto para a vitória da mudança defendida pelo galo negro.

 Assim, em Malange, o executivo provincial escolheu o município de Kakulama para albergar o acto de abertura da campanha. Discursando para os militantes e amigos da UNITA o secretário provincial do galo negro sublinhou o compromisso da direcção do partido para com a consolidação da paz e a reconciliação nacional. “Reafirmamos o compromisso da UNITA na manutenção da paz e reconciliação nacional, porque entendemos que o conflito é questão do passado”, assegurou o dirigente partidário, tendo acrescentado que o seu partido está preocupado com o futuro do país e do povo.

Criticou os que na sua óptica semeiam o medo no seio das populações rurais, como forma de criar abstenção no dia da votação. Reafirmou que a UNITA desarmou e desmobilizou o seu antigo braço armado e que neste momento cabe às FAA e a polícia o dever da manutenção da paz. A ocasião foi aproveitada para explicar o programa de mudança da UNITA. “Aqui neste livro está o programa de governo da UNITA para os próximo quatro anos”, afirmou.

No Huambo, o primeiro dia de campanha eleitoral, foi marcado por uma passeata pelas principais artérias rodoviárias da cidade capital da província, da qual participaram os militantes e amigos da UNITA em números consideráveis.

Na província da Huila, a UNITA não fugiu à regra. A coordenadora da campanha naquela região, Miraldina Jamba deu ponta - pé de saída através de uma conferência de imprensa.

No Moxico a campanha eleitoral começou por um acto político defronte da sua sede provincial, que contou com a participação de militantes, simpatizantes e amigos da UNITA. O acto em causa foi presidido pelo secretário provincial, João Muzaza, que apelou os seus companheiros a intensificar a mobilização porta a porta e boca a boca, distribuição de panfletos com vista a conquista do voto para a mudança. Muzaza deixou para todos o desafio de tudo ser feito para a UNITA consiga os 5 deputados do círculo provincial. Alertou os partidários da UNITA que a vitória do partido nessas eleições legislativas não pode ser obra do acaso, mas do trabalho de todos a ser desenvolver neste período até a realização da votação. Saliente-se que actos de género que marcaram o inicio da campanha eleitoral pela UNITA no Moxico tiveram igualmente lugar nos diferentes municípios da província.

Em Benguela o Galo Negro começou a sua campanha eleitoral no bairro da Canata no município portuário do Lobito, onde juntou um número considerável de populares. O bairro da Canata não foi eleito por acaso, segundo o coordenador para a campanha eleitoral da UNITA na província, Vitorino Nhany, deveu-se ao facto de que foi naquela localidade que em 1958, o líder fundador da UNITA Dor. Jonas Savimbi partiu em direcção à Portugal para fazer formação superior, com a promessa expressa de regressar à Angola.
Numa perfeita sintonia com o público presente, Vitorino reforçou as ideias constantes no programa de mudança do seu partido, tendo realçado os aspectos ligados à juventude para qual a UNITA promete criar emprego, formação profissional e académica, não esquecendo resolver a problemática habitacional afecta a esmagadora maioria dos jovens.
Num acto que teve de tudo um pouco, Nhany aproveitou a ocasião para revelar a sua veia humorística: “O MPLA está a dizer que a camisola nº-10 é que marca golo, o Akwa é que marca golo, não é isso que estão a dizer? Está correcto! Mas por causa da intolerância politica, o árbitro que é o Tribunal Constitucional em vez do MPLA se apresentar com 11 jogadores, só está a apresentar-se com 10, já expulsaram 1, não é isso? - É isso!
Agora nós como durante os seis anos nos comportamos bem, então temos a equipa completa, temos os 11 jogadores e daí a razão pela qual ocupamos o nº-11 no boletim”rematou.
Para a estupefacção dos presentes, depois do acto político, seguiu-se a inauguração do Comité Comunal da Canata.

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