Mensagem de fim de ano do Engº NGOLA KABANGU, Presidente da FNLA

Mensagem de fim de ano do Engº NGOLA KABANGU, Presidente da FNLA

Luanda - Segue o teor do discurso do Presidente da FNLA, Engº NGOLA KABANGU, proferido na cerimónia de Apresentação de Cumprimentos de Fim do Ano, no dia 30 de Dezembro de 2008, no Cine S. Domingos, em Luanda.

IRMÃOS MEMBROS DA COMISSÃO POLÍTICA PERMANENTE E DO CONSELHO POLÍTICO NACIONAL

MILITANTES, SIMPATIZANTES E AMIGOS DA GRANDE FAMÍLIA FNLA

Quero, antes de tudo, saudar a vossa amável e sempre encorajadora presença a esta singela mas bastante significativa cerimónia que marca o fim do nosso ano político.

Com efeito, dentro de vinte e quatro horas o ano de 2008 conhecerá o seu término, impondo-se, por conseguinte, ainda que de maneira sumária, fazer um balanço das nossas actividades desenvolvidas ao longo do ano referenciado.

Assim, no tocante ao nosso Partido, o ano de 2008 foi indelevelmente marcado pelas tão almejadas eleições legislativas de cujos resultados devemos tirar as necessárias lições em todos os aspectos. Se sobre o desempenho da CIPE e da CNE tudo já foi quase dito, sobre o nosso desempenho devemos continuar a recensear as nossas debilidades e deficiências estruturais e organizativas, corrigindo-as com coragem e humildade, a fim de afinarmos o nosso Partido para os próximos, complexos e difíceis desafios eleitorais, por um lado e para darmos continuidade ao processo de reimplantação do Partido em todo o território nacional, passando pela dinamização do processo de realização de Assembléias de renovação de mandatos a todos os níveis, por outro lado.
Quanto à situação política, económica e social do nosso país, apesar de se ter aprovado o Orçamento Geral do estado, não estaremos imunes das gravosas consequências da crise financeira que abala o mundo, se atendermos ao facto de que o nosso principal produto de exportação, o petróleo, está sujeito a constantes oscilações do preço de venda.

Esta situação não deixará de penalizar o nosso Povo, que na sua esmagadora maioria, vive numa extrema pobreza.

Será, pois, necessário ao longo do ano de 2009, pressionar democraticamente o Governo para que aplique políticas sócio-económicas correctas e equilibradas em todas as províncias.

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