Samakuva defende Igualdade do género na abertura do primeiro Congresso da LIMA

Samakuva defende Igualdade do género na abertura do primeiro Congresso da LIMA

Sob o  lema: Mulheres Unidas Rumo as Eleições para a Mudança em Angola, decorreu pela  amanhã desta quinta-feira, 11 de Outubro, no Cine Karl Marx em Luanda, o acto de abertura do primeiro Congresso ordinário da Liga da Mulher Angolana- LIMA .

No seu discurso de abertura, o presidente da UNITA Isaias Samakuva defendeu a Igualdade do género, apelando as mulheres principalmente da LIMA, para a necessidade de se tornarem não só o pilar do partido, mas também o pilar dos esforços na busca de soluções para a capacitação da mulher angolana. “O congresso não vai tratar apenas de questões internas do nosso partido mas vai também responder aos imperativos de ordem nacional”, referiu Isaias Samakuva.

Para o líder da   UNITA, “ é bom que possam procurarar formas que possam reflectir o vosso claro contributo para a universalização de oportunidades de que afinal todos e todas devem merecer”. Samakuva disse mais adiante  que  o tempo que vão passar a debater questões relacionadas a Lima seja bem aproveitado para uma reflexão profunda da  organização  que a lima deve ter , para a organização do nosso próprio partido, deixando mesmo questões pequenas, de quem faz o quê.

Dediquem maior tempo deste congresso para reflexões de questões profundas que afetam a nossa mulher,  que afectam a mulher do nosso partido, mas essencialmente  no nosso país. A realização deste congresso responde a necessidade de servir de oportunidade para um debate profundo que vai identificar formas que tornem a nossa LIMA mais actuante, não só no partido mas também no país.

Fala- se muito hoje da necessidade de elevar o nivel de participação da LIMA para os 30%, é uma referência, mas porque não falar mesmo da igualdade dos homens e das mulheres na participação do trabalho ou no nosso próprio partido e emfim na sociedade em geral. É uma questão que creio depende de todos, mas essencialmente das próprias mulheres. É uma questão que já é defendida desde há muito tempo mas demora a se realizar; é uma questão que as camaradas da LIMA deviam se colocar neste congresso. Está  se a falar muito dos 30%, mas porquê não falar mesmo da possibilidade de igualdade na vida do nosso partido e até da nossa sociedade?

É um desafio das próprias camaradas, das próprias senhoras. Porquê é que não se pode de um lado exigir esses níveis de participação, mas do outro lado escapar das responsabilidades que muitas vezes vos são dadas? Para que este desafio seja realizado será necessário que haja também necessidade de participar e de contribuir, porque certamente ninguém fará o favor de apenas um direito a quem não o merece. É preciso que se trabalhe para isso, e esse trabalho é essencialmente das próprias senhoras”.

Finalmente, o presidente da UNITA felicitou o congresso e desejou  melhores êxitos nos trababalhos que vão decorrer durante três dias.

Segundo o discurso de abertura da Liga da Mulher Angolana, o Congresso que tem como candidatas, Miraldina Olga Jamba e Filomena Chimuma, visa analisar e fazer o balanço das actividades e dos programas traçados, a situação política, económica, social e cultural vigente no país.

É  de salienatr que a LIMA desde a sua fundação a 18 de Junho de 1972, instituiu no seu quadro orgânico a conferência nacioal como orgão máximo,tendo realizado sete conferências nacionais ordinárias e cinco extraordinárias.

Recorde- se que 350 delegadas vindas de diversos cantos do país, participam ao congresso que decorre de 11 a 13 de Outubro.       

Durante o acto foram lidas mensagens de solidariedade de outros sectores do Partido

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