HAVIA MESMO DIAMANTES NA DNIC?

HAVIA MESMO DIAMANTES NA DNIC?

Várias pedras de Diamantes, mais de 1.800 gramas de cocaína e 80 mil dólares terão desaparecido dos escombros da Dnic após a queda do edifício. A equipa de Eugénio Laborinho conseguiu apenas recuperar 20 mil dólares que estavam guardados num cofre que se encontrava no gabinete do director provincial de Investigação Criminal.

(Agora)

Várias pedras de Diamantes, mais de 1.800 gramas de cocaína e 80 mil dólares terão desaparecido dos escombros da Dnic após a queda do edifício. A equipa de Eugénio Laborinho conseguiu apenas recuperar 20 mil dólares que estavam guardados num cofre que se encontrava no gabinete do director provincial de Investigação Criminal.

Segundo o Jornal «Agora», a apetência dos polícias em querer procurar o dinheiro desaparecido nos escombros, levou os técnicos de Protecção Civil, liderado do pelo general Laborinho, denunciaram os infractores, alguns deles já detidos.

Apesar de os peritos terem conseguido recuperar apenas 20 mil dólares norte americanos, estima-se que desapareceram nos escombros cerca de 80 mil dólares.

Para além dos valores monetários, dos diamantes e das dez viaturas que foram danificadas, presume-se que as mais de 1800 gramas de estupefacientes que foram apresentados quatro dias antes aos meios de comunicação social, pelo director provincial de Investigação Criminal, primeiro superintendente António Guimarães, tenham desaparecido.

Recorde-se que eram precisamente 4 horas 29 minutos da madrugada de sábado, quando um dos funcionários da Dnic que supostamente se encontravam no 6 andar, desceram gritando aos seus colegas que o prédio estava a desmoronar.

O facto do edifício ter desmoronando desta forma, suscitou uma certa desconfiança numa franja da sociedade luandense. Mas, a possibilidade de que o prédio tenha sido explodido propositadamente depois da visita que o procurador-geral da República, João Maria, efectuou ao edifício de sete andares um dia antes, pode ser excluída porque, ao longo da estadia no local, uma das portas do quarto andar, do departamento das Finanças estremeceu, dando o sinal de algo de anormal.  

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