UM OLHAR AOS 32 ANOS DA NOSSA INDEPENDÊNCIA

UM OLHAR AOS 32 ANOS DA NOSSA INDEPENDÊNCIA

 

Angola comemorou neste domingo, 11 de Novembro de 2007, o 32º aniversário da sua independência do jugo colonial português.

O acto central das comemorações do 11 de Novembro teve lugar na cidade de Banza Congo, capital da província do Zaire, para onde se deslocou o presidente em exercício da República, Roberto Victor de Almeida.
O Governante presidiu a um acto público onde fez um balanço positivo dos 32 anos de independência, destacando as conquistas do pós-conflito, com maior ênfase ao crescimento económico.

Roberto de Almeida reiterou a posição do executivo angolano de ter eleições legislativas em 2008, como sinal da consolidação do processo democrático.

Ainda sobre o 11 de Novembro várias vozes da oposição exprimiram o seu ponto de vista sobre a trajectória da independência de Angola.

Para o líder do grupo parlamentar da UNITA, Alcides Sakala Simões, é altura de se consolidar as conquistas alcançadas, apelando por isso aos dirigentes máximos do Estado “o Presidente da República, o primeiro-ministro e o Presidente da Assembleia Nacional, para virem a público sensibilizar os angolanos a uma verdadeira reconciliação nacional, e acabar com o clima de intolerância política ainda reinante no interior de Angola”, fim de citação.

Quem alinha no mesmo diapasão é o Secretário-geral do Galo Negro, Abílio Kamalata Numa que em declarações a Rádio despertar apontou a necessidade de se mudar o quadro actual do interior do país, onde existem elevados índices de intolerância política, como reflexos de medo da democracia.

Kamalata Numa disse que 32 anos depois, a vontade de mudança está generalizada e não é só tarefa da UNITA, o que deixa o MPLA sozinho a remar contra a maré.

Um outro pronunciamento foi o do Presidente do PDP-ANA, Sendiangani Mbimbi, que considerou serem 32 dos quais 27 de guerra entre irmãos e 5 anos de paz, que ainda não diminuíram o fosso de pobreza em que se encontra cada vez mais metida a maioria dos angolanos. O político diz que é preciso que haja um Governo capaz de resolver essas assimetrias e ter a juventude e a mulher no centro das suas atenções.


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