A ESCOLA AFRICANA DE DEMOCRACIA

A ESCOLA AFRICANA DE DEMOCRACIA

Pelo : Pedro Seke

 

Não há nenhuma dúvida de que o conceito de Democracia emergiu de uma maturação política do povo da antiga Grécia em que não haveria nenhum abusador ou abusado de poder.

Realmente, não era um empenho fácil isso é de Aristóteles e Platão de adquirir um sonho de tal um conceito como a palavra Democracia. Este conceito nascido da reversão (perversão) do modo em qual os governos do cento e cinquenta e oito (158) unidades territoriais da Grécia chamadas Cidades soberanas.

Destes, ficou imperativo projetar um retrate de uma sociedade política ideal na qual a sociedade civil ou civitas do dia teriam palavra e então, participantes na formulação das normas políticas na sociedade.

Como é do nosso conhecimento, a palavra Democracia é composta de Demos e Kratos

  • Demos que significa povo e
  • Kratos que significa legitimidade.

Do meu entender, o poder político vem da legitimidade do povo. Eu tenho sentimentos de que o Aristóteles por exemplo não pôde idealizar a magnitude de um tal forte conceito que penetraria as fronteiras do mundo inteiro.

Quando os romanos transplantaram o quadro da Sociedade helénica para a Itália e noutros lugares no mundo, eles moldaram o mesmo conceito (democracia) com o dever administrativo e este tornou-se o melhor quadro que hoje usamos. Ainda vai sem dizer que as sociedades Graeco-Romanas que subsequentemente apareceram, perderam tal bonito quadro socio-político que serviria os povos do mundo.

O senário político do Império romano na Europa ilustra esta realidade durante os momentos em que a história de monarquias na Europa era simplesmente marcada por ditadura, escravidão e outras formas de tratamentos desumanos, o conceito de legitimidade realmente era não existente se de menos significado.
Esta ditadura foi usada para conquistar outros territórios além de Europa o que resultou na forma mais histórica e violenta de dominação humana - colonização.

É bem conhecido por exemplo que quando os colonizadores vieram para a África, eram ditadores, enquanto usando poder (força brutal) em vez de legitimidade. Assim, para dizer, a colonizadores não usaram o instrumento de Democracia, meio onde as pessoas pudessem expressar-se até mesm serem participantes no processo de tomada de decisões; assim sendo, a economia foi saqueada sem o consentimento e conhecimento dos nativos indígenas e ignorantes, a tortura foi usada para intimidar os povos, o nepotismo era a chave para controlar os recursos transferidos para a Europa para o seu próprio benefício.

Em conclusão, os dominantes fizeram-se o substituto do estado, isto é sem dizer muito, entre outras coisas, este foi o retrato global em todos lugares por colonialistas.

Usando um exemplo singular do sistema colonial, o britânico e as regras portuguesas destruíram os pilares de direito internacional no senso de que o sistema legal (Tribunais) não foi modelado no sistema metropolitano por meio de que o recurso nos Tribunais para africanos não foi permitido.

Em termos de administração, com excepção da regra francesa que era mais associativa, o sistema de Dominação-Divisiva foi usado para favorecer as tribos à mestres coloniais em detrimento de outras menos favoritas.

Este jogo político criou os conflitos pos-coloniais entre africanos nos seus respeitivos países.
Deste modus operandi dos colonialistas, hoje os nossos líderes justificam e racionalizam a governação ruim levando a cabo uma dominação violenta ao estilo da dominação pelos não-africanos:
Peculato (Desfalque) - ditadura, forte ênfase de Estadismo e aparato de coersão (força), exclusão de sociedade civil na formulação de normas políticas, nepotismo, (neste caso que favorece minha tribo)!!...

Depois das independências dos países africanos, as vice-versas da colonização tiveram e continuam a ter um impacto enorme no futuro destes países em termos da forma de governo (ditatorial) constituição, administração, etc...

Além de reconhecerem o facto que resultou da desgovernação pos-colonial da maioria dos países africanos por seus líderes políticos, muito foi dado da colonização e como tal, constitui o legado colonial em África;

Tendo em conta esta dominação violenta por non-africanos, estamos agradados de mencionar alguns proeminentes países africanos para a excelente forma de governação, em nosso continente, um continente de desgovernação total onde as pessoas estão descaradamente descartadas dos negócios do estado, em que o estado só é para aqueles que regem e não para os governados:
Senegal, Gâmbia, Cabo Verde, Botswana e África do Sul.

Por exemplo, na África do Sul há uma grande tolerância política incorporando diferentes estratos sociais na formulação de normas políticas.
Porém, há casos extremos de antí-democracia em geral e particularmente na África Austral (SADC) onde o pluralismo político quase é traduzido em estados monopartidários.

Por exemplo, a prática de governação-divisiva é uma característica política comum que prevalece em quase todos países africanos, de maneiras que os que estão em posição de poder usam a Democracia como uma cobertura favoravel para suprimir os seus oponentes politicos. Este comportamento realmente pode ser localizado em relatórios sobre Angola um dos países de SADC que estão sendo marcado por uma intolerância política estrutural contínua que resultou numa tentativa de assassinato contra o líder do maior partido da oposição (UNITA) Isaís Samakuva, incidente que ocorreu durante a primeira quinzena de Março de 2007, isto sem mencionar o assassinato de Sr. Mfulumpinga Landu Víctor um dos proeminente líderes da oposição Angolana por supostos elementos da inteligência do governo angolano.
Não houve reacção official por parte da SADC.

Duas semanas depois do incidente de atentado contra Samakuva, o mundo testemunhou as imagens chocantes de uma agressão brutal em Zimbabwe contra o líder do MDC, Morgan Tsvangirai e os seus colegas pelas forças de segurança Zimbabweanas.

Não devemos subestimar esta postura por parte dos governos africanos, a linguangem descarada dos governos africanos atravéz da tortura é uma clara mensagem que está sendo projectada, a estilo da "Escola africana de Democracia nos princípios do século vinte e um...

Para concluir, não restam dúvidas de que os líderes africanos deveriam renovar o seu modo de pensar e não continuar a culpar o legado colonial do passado, o momento que a África está vivendo requere uma revolução moral e psicológica que pode e libertará os povos de África rumo a Democracia.
A menos que a liderança de nossos governos na África busquem a liberdade psicológica, não poderá resolver os assuntos primordiais que afecta os africanos no continente.

Oyé Africa!!... O tempo para a África é agora!!... Voltar

3 votes. Moyenne 4.00 sur 5.

Commentaires (5)

1. Antero (site web) 22/06/2012

não estou a curte do abragente

2. inacio alesandro (site web) 27/04/2012

isso não é uma boa proposta

3. Luiz Araújo 02/01/2008

mas devo dizer que se estou pronto para a acção não me identifico com a ideia de acção do Jossias, colocada a 4 de Novembro de 2007, 09:15. Há outra forma de agir, enérgica, sem violência porque este metodo sóv tem resultado em novas tiranias. A acção< estruturante da palavra é mais efectiva e proficua.

4. Luiz Araújo 02/01/2008

quero conhecer-vos. Concordo com as ideias aqui avançadas e quero associar-me a quem pela acção as queira concretizar. Fico à espera que me digam algo.

5. Jossias 04/11/2007

É evidente, a questão não é sòmente falar..., organizem-se e combatam os abusos; se necessário..., peguem em armas! Se necessùario metam uma bomba no SADC. Vocés n=ao vêm como é fazem os árabes no seu combate contra o imperialismo?

Ajouter un commentaire

Vous utilisez un logiciel de type AdBlock, qui bloque le service de captchas publicitaires utilisé sur ce site. Pour pouvoir envoyer votre message, désactivez Adblock.

Créer un site gratuit avec e-monsite - Signaler un contenu illicite sur ce site

×