angolaCrescimento económico não satisfaz população angolana” diz Domingos Maluka

Crescimento económico não satisfaz população angolana” diz Domingos Maluka

Luanda - O Deputado José Domingos “ Maluka”, disse recentemente na capital angolana que crescimento económico que o país tem estado a registar nos últimos tempos, não satifaz a maioria dos angolanos, porque a pobreza extrema continua a fazer morada entre os angolanos.

“Os números estão a subir o país está a caminhar, mas a verdade é que este crescimento não se nota na vida dos angolanos”, sublinhou.

O político teve como exemplo a cidade capital do país, onde “ a vida dos angolanos à medida que o país vai crescendo economicamente, como se diz por alí com descoberta de jazidas de petróleo bem como também diamantes na terra, a pobreza é cada vez mais galopante”.

Uma outra inquetação que preocupa o parlamentar do “Galo Negro” é a maneira como o funcionário angolano é maltratado no seu local de trabalho.

O dirigente da UNITA, não tem dúvida de que a falta de vontade política está na base destes desajustes que os trabalhadores enfrentam no seu dia-a-dia.

“ Eu creio que a lógica que se instalou neste país é de se criar servos. É mesma coisa você ter um lugar de emprego e não te dam as condições (...) te dam carro, mas não te pagam os salários devidamente”, adiantou, ressaltando que o que se passa em Angola é uma “ escravatura laboral”.

Entretanto, o também vice-presidente da bancada parlamentar da UNITA, revelou que a mudança do rumo que o país está a trilhar passa pela realização das eleições envolvendo todos, já que passadas várias décadas desde que o MPLA se instalou no poder, os “ camaradas” perderam a capacidade de governar.

“Isto vai ter que mudar. O povo de hoje, não é o povo de ontem. O povo está a meter isto na consciência e nós estamos a caminhar para as eleições e aproveito para dar o nosso apelo por formas a tirarmos o país desta hecatombe. O povo deve- se registar para votarmos na mudança”.

José Domingos “ Maluka”, informou que a vontade de mudança não é só das associações, dos partidos políticos da oposição, “ mas também é a vontade dos próprios militantes do MPLA”.

Fonte: kwacha

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