ECOS DA DIASPORA

ECOS  DA DIASPORA 
 

O periodo que se anuncia serà importante para o nosso pais e para a nossa escolha do futuro que pretendemos dar a nossa sociedade.

Com efeito, serao realizadas nos dias 05 e 06 de Setembro deste ano as eleições legislativas, sem deixarmos de igual modo de pensar nas eleiçoes presidenciais a decorrerem no proximo ano.

Estes eventos, jà mobilizam os partidos mais cotados da praça politica de luanda e principalmente o partido no poder que dia apos dia instala comités de acção em quase todo o territorio nacional e até na diapora, embora que este não dê a chance aos nossos milhares de concidadaos radicados no estrangeiro de exercerem este acto civico a que têem o doreito. 

Nesta hora da mobilizaçao para a escolha dos futuros e réais representantes do povo angolano, chama se a atenção ao nosso estimado povo eleitor, para que   faça a sua escolha sem se deixar cair nas marratonas de serveja a ½ preco no fanatismo, no suborno, porque este povo jà anda farto destes actos; este é a principal arma que o partido no poder utilizou aquando das eleições de 1992. 

Nos diversos ecos noticiosos da imprensa estatal do pais, escreve-se, fala-se e divulga-se que no solo, sub-solo e nos mares de Angola descobriu-se este e aquele mineirio rico, raro e caro, dando mesmo somas avultadas que se arrecadou na venda deste ou daquele mineiro.

Mas o poder de compra e a vida social dos angolanos este não muda que até anda cada vez pior e de baixo do seio da pobreza.

No estrangeiro, Angola é sinonimo de “EL DOURADO” para os negociantes estrangeiros que diariamente chegam na capital angolana.

O emprego dos nacionais é outro problema que o enlenco governativa de Luanda não consegue solucionar, enquanto que o pais està à mais de 80% a reconstruir em todos os dominios socio-economico do pais.

A vinda de chineses ao pais para a reconstruçao é uma clara deficiencia dos nossos dirigentes de solucionar vàrios problemas que o angolano genuino vive.

A nossa população é jovem, e esta juventude precisa de ser empregue nas diferentes àreas da vida socio-economica do pais e assim evitariamos a caida desta mão de obra nacional na delinquência. O filme Assaltos em Luanda* é uma das claras e evidentes provas da mà situação que os jovens angolanos vivem.

O salàrio e os insentivos  aos trabalhadores nacionais também são outras deficiências que este governo actual não quer resolver.

Por isso, senhoras e senhores a nossa hora de uma boa escolha està a chegar, não vamos cometerem os erros de 1992, escolhendo mais os que de lado tem posto os nacionais para preferirem os estrangeiros.

O angolano sofreu e ainda sofre desde os anos 60, por isso deverà ele estar nas principais atenções dos futuros dirigentes e representantes que nós o povo iremos escolher em setembro deste ano.

Não adianta escolher um deputado que se resinha levantar a sua mão no parlamento mesmo que o assunto não seja bom para a população que defende, so porque ele deseja garantir o pão dos seus filhos em detrimento do bem estar dos seus eleitores. 

As eleições legislativas, vai por fim a esta pratica, mas para se fazer, cabe-nos a nós votantes de votar os bons, dignos e eficazes homens de convicções que irão nos representar durante o seu mandato e nas proximas poderemos mudar todos aqueles que não se mostrarem seguros nas suas acções. Este é a logica do voto livre na democracia. 

Ao futuro governo, vamos exigir a boa governação (transparência em todos os domínios, divulgação das contas do Estado e dos bens dos princiapais dirigentes do pais).

A definição dos objectivos para o desenvolvimento de todo o pais, porque hoje, o estado concentra mais atenções num numero restrito de provincias.

A formação de quadros nacionais, para que pouco a pouco deixemos de fazer vir estrangeiros que custam muita divisa ao pais, enquanto que o angolano aufere um salàrio miséro.

A criação da segurança social, que tome e vele para que todo angolano seja tratado condignamente nos hospitais do pais, sem que para ser admitido nestes locais o cidadã seja constrangido de conhecer alguém ( médico ou infermeiro) do hospital. 

Por isso o momento chegou de darmos ao pais uma mudança de governo e quem sabe também um novo presidente da repùblica. 

1.      QUEREMOS QUE OS FUTUROS GOVERNANTES TOMAM COMO  PRIORIDADE A LUTA CONTRA A POBREZA E A JUSTIÇA SOCIAL. 

 2.      QUEREMOS UM ESTADO SOLIDARIO, QUE METE EM AVANTE E QUE DIGNIFICA O ANGOLANO. 

 

 

 

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Autor:  Manuel BENTO.  * ver o filme

 

 

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