EUA consideram Angola essencial para a segurança em África

EUA consideram Angola essencial para a segurança em África

ImageA comandante-adjunta do Comando dos Estados Unidos para África (Africom), Mary Carlin Yates, considerou sábado em Luanda que Angola desempenha um papel essencial na resolução de conflitos na África Austral e Central.

Carlin Yates terminou uma visita de dois dias a Angola, a segunda de importantes quadros das estruturas militares de Washington em menos de um mês. Foram várias as visitas de elementos das estruturas de defesa norte-americanas a Angola em 2008.

É comandante-adjunta do Africom, comando que Washington criou em Outubro, mas que permanece com base na cidade alemã de Estugarda.

E, tal como as visitas anteriores de elementos ligados à Defesa norte-americana, também Yates repetiu, de forma enfatizada, depois de insistentemente questionada pelos jornalistas, que Washington não tem intenção de instalar a base deste comando em Angola.

"Absolutamente não. É a resposta mais clara que posso dar. Vamos manter a sede do Africom na Alemanha, pelo menos até 2012, e, provavelmente, para lá desta data", disse.

Questionada pela Lusa sobre a forma como os Estados Unidos da América estão a lidar com a tumultuosa situação da República Democrática do Congo, onde Kinshasa se debate com o levantamento de armas do general rebelde Laurent Nkunda, Mary Carlin Yates admitiu ter recolhido em Luanda importante informação que vai partilhar com o comandante do Africom, general William E. Ward.

"Angola tem um papel-chave na segurança e estabilidade da África Austral", disse Carlin Yates para justificar a importância das conversações que manteve com as autoridades angolanas a este propósito.

"Foi de grande importância ouvir os líderes militares e civis angolanos, de quem recolhi ideias que vou apresentar junto do Comandante do Africom", disse.

A questão dos conflitos na África Central, como aquele de decorre na República Democrática do Congo, são questões, notou Yates, "de enorme importância: eu vivi em países como a RDC e o Burundi e sei quanto é importante a resolução destes problemas", apontou.

"E uma das razões pelas quais estou em Angola é para ouvir as autoridades angolanas na medida em que o país desempenha um importante papel na resposta à falta de segurança na República Democrática do Congo e na região.

Considerou ainda terem sido frutíferos nos encontros com os Ministérios das Relações Exteriores e da Defesa, apontando ainda que a informação recolhida vai ser partilhada com o comandante do Africom, o general William E. Ward

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