FONTES PEREIRA RECONHECE DÉFICE DEMOCRÁTICO NO PAÍS

FONTES PEREIRA RECONHECE DÉFICE DEMOCRÁTICO NO PAÍS

 

 

 

O ministro da Administração do Território, Virgílio de Fontes Pereira, reconheceu hoje que Angola vive um défice de cultura de democracia.

Em declarações à Rádio LAC, Fontes Pereira, sustentou que em muitos locais de Angola a democracia ainda não é assumida na sua plenitude como acontece na capital do país.

Segundo o governante, ainda se exaltam algumas das deficiências da democracia ao invés de se exaltar as vantagens deste pressuposto que assenta na realização regular de eleições.

 

 

«A verdade é que ali onde a cultura da democracia não é assumida em função das cartilhas e dos manuais em que tem que ser o exemplo do país a educar as pessoas, aí ainda temos muito que fazer. Porque as pessoas sabem que é preciso fazer eleições mas não há ainda uma cultura muito perceptível sobre o significado da democracia e o bem que esta democracia faz. E quando em democracia ao invés de, em alguns casos, se exaltar os seus lados mais positivos exalta alguma das suas deficiências então aí as coisas são mais graves». O ministro Fontes Pereira, que também é o coordenador da Comissão Interministerial para o Processo de Eleitoral(CIPE), defendeu que esse cultura só pode ser alcançada se os angolanos se mostrarem interessados na reconciliação nacional.

 

 

«Há que pôr a frente a bandeira da reconciliação para todos juntos podermos reconstruir este país em paz e em harmonia.»

 

 

Em relação ao registo eleitoral, o coordenador da CIPE garantiu que decorre conforme o previsto e que até ao momento já foram registado mais de seis milhões e meio de cidadãos.

 

 

Enquanto isso uma missão da Comissão Nacional Eleitoral (CNE) trabalha no Kwanza-Norte desde esta terça-feira, onde durante cinco dias, vai supervisionar e acompanhar o registo eleitoral.

 

 

Segundo a Angop, os membros da CNE mantiveram encontros com o governador local, Henrique André Júnior, assim como com os integrantes da Comissão Provincial Eleitoral do Kwanza-Norte.

 

 

Esclarecimentos relacionados com a supervisão e constrangimentos verificados no processo, sobretudo a ausência de fiscais eleitorais dos partidos políticos nos centros de registo, destacaram-se entre as informações prestadas no encontro

 

 

 

 

 

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