FpD defende autonomia de Cabinda

FpD defende autonomia de Cabinda
 
 
COMUNICADO
Luanda - Em comunicado distribuido a impensa angolana a FpD – FRENTE PARA A DEMOCRACIA, informa que “passado um ano após a assinatura do Memorando de Entendimento para a Paz e Reconciliação Nacional na Província de Cabinda, constata o seguinte:”

“1. O Processo de Paz e Reconciliação não é efectivo pois as acções de guerra persistem, embora o Memorando represente um passo para a resolução do problema desta Província. O mesmo foi feito a revelia do povo Cabindense, por representantes de grupos principalmente interessados na apropriação das riquezas desta província, o Governo utilizando a velha politica da divisão, do suborno e da repressão, procura iludir o povo angolano e da província de Cabinda em particular, com medidas paliativas de promoção individual e integração socio-política fictícias, de alguns cabindenses nos esquemas da governação, afim de esvaziar a justa luta do povo cabindense e angolano pelo seus direitos de cidadania e de beneficiar das riquezas do país.

2. A FRENTE PARA A DEMOCRACIA reitera que somente uma conferência SOBRE AUTONOMIA DE CABINDA, abrangente, inclusiva e participativa de todas as forças politicas representadas na Assembleia Nacional, de todas as forças politicas e sociais do território, incluindo nela a FLEC, as Forças Armadas Cabindenses Unificadas, a MPALABANDA, o Clero e as Igrejas de Cabinda, as Autoridades Tradicionais e os Notáveis da sociedade Cabindense, baseados num dialogo sério e responsável poderão produzir um quadro de Paz, Democracia e Direitos, acente na liberdade dos cidadãos. A FRENTE PARA A DEMOCRACIA realça ainda que o Estatuto Especial, que o Governo reconhece como legitimo para o Enclave, deve ter um conteúdo concreto e deve assentar na Autonomia político-administrativo, pelo que a realização de uma conferência sobre a Autonomia de Cabinda visa encontrar uma solução adequada para a província, assim como o fazemos para os demais problemas nacionais.

3. A FpD é pela Paz e contra o recurso à violência. Nesta data, reafirma o seu apoio a todas às forças e individualidades que em Angola e fora do país, pelos Cabindenses, defendem a Democracia, o Estado de Direito Democrático, a República (contra a Autocracia), o Desenvolvimento e o Progresso Social e Cultural do país.”

Luanda, 30 de Julho de 2007.

Pelo Secretariado Nacional

M. Figueiredo
(Secretário-geral em exercício)

Fonte: FpD

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