Samakuva é o melhor candidato para liderar a mudança que Angola reclama

«Samakuva é o melhor candidato para liderar a mudança que Angola reclama» - Daniel Domingos Maluka
11:14:58  
 
Luanda - A história da Unita converge com a história de Angola dos últimos 40 anos! Ao longo desses 40 anos, Angola viveu várias mudanças. As mais recentes ocorreram em 1975, 1991, 1992 e 2002.

Nenhuma dessas mudanças eliminou a pobreza nem promoveu a igualdade económica e política entre os angolanos. Pelo contrário, os angolanos em geral estão hoje mais pobres do que estavam há quarenta anos atrás. Angola precisa de uma mudança positiva e pacífica, que melhore a vida de todos os angolanos. Uma mudança que resolva de facto o problema da habitação dos jovens e traga milhares de bons empregos, para a promoção social de todos, homens e mulheres, em todas províncias do País.

O que precisa de mudar, em primeiro lugar, é o modelo político sob o qual Angola fez a transição do Estado de partido único para o Estado multipartidário. Este modelo está esgotado. Em segundo lugar, Angola precisa de políticas sociais e económicas que garantam um desenvolvimento sustentado, com rosto humano. O instrumento desta mudança é a democracia. E o centro da mudança é o povo, em particular os mais pobres. Uma vasta maioria dos pobres, dos excluídos e dos que não têm voz sempre olharam para a Unita como esperança segura para lhes proporcionar esta mudança.

Quando terminou o conflito militar, em 2003, e da forma como terminou, estes cidadãos sentiram uma imensa escuridão atravessar-lhes na frente e uma dor profunda na sua alma. Muitos perderam a esperança. Outros pensaram que a Unita nunca se iria levantar mais. Outros decidiram morrer politicamente. Foi nesse ambiente difícil que os militantes combatentes da Unita, as Mulheres corajosas, os Veteranos do combate contra a tirania e os jovens que combatem contra a exclusão elegeram o Presidente Samakuva. Todos viram nele uma luz no fundo do túnel, a luz do amanhecer! Ao longo do seu mandato, esta luz foi mostrando os caminhos certos, detectando os ardis do adversário, desmascarando a origem das traições, resistindo às manobras de subversão política e aos engodos da corrupção, que visavam transformar a Unita numa instrumentalidade da oligarquia que se apoderou de Angola. Com maturidade política, diplomacia e firmeza, o Presidente Samakuva soube manter a Unita fiel a si própria e leal ao seu compromisso com o povo, com a democracia e com a paz.

Hoje, o nosso adversário está convencido que não pode destruir a Unita. Está convencido que a Unita não se vende nem se corrompe. E o nosso povo está convencido que a Unita encontrou o líder certo para substituir o Presidente Fundador nesta etapa da nossa luta pela igualdade e pela justiça económica e social. Portanto, a Unita precisa de consolidar as conquistas alcançadas ao longo do primeiro mandato do seu Presidente. Ele tem a força de alma, a energia, a vontade e a experiência para fazer isso. Ele já começou a fazer. Deixemos que o homem, o Líder, acabe o seu trabalho! Samakuva tem demonstrado, ao longo da sua carreira política e diplomática, uma militância irrepreensível, coerência de princípios e fidelidade política à Unita e aos interesses do povo.

Ele é maduro, bom negociador e ponderado. Está melhor colocado para dirigir o complexo processo negocial que uma mudança de regime requer. Ele é uma força contagiante, a garantia de uma mudança estável. Por outro lado, as suas credenciais políticas e diplomáticas, a sua integridade moral e a sua estatura como chefe de família exemplar constituem uma mais valia a utilizar para expandir e fortalecer as bases da Unita e protegê-la contra os riscos de desvios dos princípios e objectivos fundamentais definidos em Muangai.

Uma outra razão para reeleger Samakuva é a autoridade moral e política que ele ganhou ao longo do primeiro mandato. Terminada a fase do compromisso para assegurar a restauração social e a integridade institucional, hoje, a Unita tem um líder capaz de promover e garantir a disciplina, a responsabilização e a unidade de acção no seio da Direcção, e fazê-la actuar sempre com coragem e espírito de missão. Com Samakuva a Unita garantirá a vitória do povo na sua luta pela igualdade política e económica dos excluídos e desprotegidos de Angola.

O contexto regional e internacional em que entraremos na próxima década também pesa. Democracia e desenvolvimento são as palavras de ordem para a próxima década. E elas devem andar de mãos dadas. Samakuva é um democrata nato e convicto. Ele ajudará a construir em Angola a genuína democracia - a democracia que concede plenos poderes ao povo para controlar a sua vida, o seu governo e o seu destino - e garantir que o desenvolvimento se traduza na sustentabilidade dos recursos, na defesa do ambiente, na redução das desigualdades, na erradicação da pobreza e na garantia da justiça económica e social para todos.

A Unita quer congregar os angolanos em torno de um Movimento Nacional Para a Mudança e dirigi-lo nos marcos dos princípios da colegialidade, consensualidade e do Estado Democrático de Direito de forma a garantir a participação de todos na construção de uma Angola para todos. O filho de Angola melhor colocado para dirigir esse Movimento é Isaías Samakuva. E ele é um homam de consensos, que escuta a opinião dos outros, valoriza a coesão, as decisões colegiais e a unidade de acção. E os angolanos precisam desta democracia inclusiva e participativa para a construção de uma Angola para todos!

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