Um exemplo a seguir é o da UNITA

 

Um exemplo a seguir é o da UNITA

Um exemplo a seguir é o da UNITA que reúne em congresso de 4 em 4 anos. Desta vez o X.º conclave, vai debater as teses do Congresso, aprovar uma estratégia eleitoral e eleger o seu presidente.
 
No K. Sul o processo de consulta as bases terminou com a realização, terça-feira 10 de Julho, da eleição dos 45 delegados e dos candidatos a membro da comissão política, num escrutínio livre e secreto.
 
No acto de encerramento usou da palavra Clarisse Kaputo, Membro da Comissão Política do Comité Permanente na qualidade de membro da Comissão de conferências. Na sua mensagem aquela responsável disse que a UNITA realiza o X.º Congresso com atenções viradas para a mudança sócio política e cultural em Angola.
 
Clarisse Kaputo sublinha ainda que as mudanças que de uma forma muito inteligente o partido tem vindo a implementar e também uma mudança qualitativa que os angolanos todos esperam e que a UNITA de certeza absoluta, nas próximas eleições saberá oferecer aos angolanos, "são resultantes da reafirmação política da identidade do seu partido".
 
Um apelo a sociedade foi igualmente lançado por aquela dirigente :"este é o carácter da UNITA. A democracia interna que nós queremos que os outros possam perceber que é o melhor caminho para a gestão dos partidos, mas sobretudo para a gestão da coisa pública" exortou.
 
Durante os trabalhos os delegados analisaram a situação política, económica, social, cultural, diplomática; a situação política do partido e do desenvolvimento da sua organização e debateram as teses internas. Analisaram também e propuseram contribuições para elaboração de uma estratégia para o partido nos próximos 4 anos. Participaram da conferência provincial preparatória ao X Congresso 107 delegados UNITA e Governo analisam paz para Angola
Delegações da UNITA e do governo de Angola voltaram a estar sentadas a volta da mesma mesa para darem sequencia aos pendentes dos acordos de paz para Angola.As duas delegações concordaram no final do encontro que o país começa a ficar mais estável, mas reconheceram ser fundamental que os partidos se envolvam na sensibilização moral e cívica dos seus membros.
Por: Armando Ferramenta
Falando no final do encontro, Adalberto Costa Júnior afirmou que  as delegações passaram em revista assuntos pendentes ligados aos ex combatentes. " Foi hoje visto que aqui e ali há alguns ex -militares que não estavam no processo normal de inscrição das áreas de aquartelamento e que hoje têm uma tendência de procurarem  uma regularização da sua situação o que é positivo que se faça. A questão do desarmamento da população civil também é uma matéria extremamente importante. Faz parte de um cronograma de 14 ou 15 pontos que nós pensamos que devem ser agilizados de futuro".

Por seu turno, Norberto dos Santos Kwata Kanawa do MPLA fez saber que a sua delegação tomou nota sobre os acontecimentos da Chipipa, onde militantes da UNITA foram atacados por homens armados. Para o dirigente do MPLA os implicados em actos de intolerância política terão doravante que enfrentar, eles mesmos, as consequências." Nós fomos sempre claros em relação a esta matéria dizendo que qualquer que fosse o nosso militante que se envolva em questões desta natureza é um problema individual dele. É um problema de ordem pública e a polícia está ai para tratar destas questões" afirmou o porta-voz do MPLA.

Na próxima reunião, prosseguiu Kwata Kanawa, as partes poderão fazer um balanço do conjunto de actividades realizadas até aqui, ressaltando o facto de terem abrandado os índices de violência em quase todo o país. " Podemos dizer que temos uma evolução positiva em muitos aspectos. Noutros aspectos devemos dar continuidade as tarefas que ainda estão em curso, como a questão da reintegração dos ex-militares quer da UNITA como das ex FAPLA e das Forças Armadas Angolanas, nos projectos existentes, assim como as questões das residências e das estruturas da própria UNITA que devem ser acomodadas nesta e naquela província".

Uma questão frisada pelo secretário para a informação do MPLA tem a ver com as liberdades individuais dos cidadãos. Neste contexto afirmou que " a escolha deste ou daquele Partido é uma escolha de cada cidadão e que ninguém tem que se intrometer nas liberdades individuais dos cidadãos".

 

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