UNITA APELA ÀS INSTITUIÇÕES PARA QUE GARANTAM A LIBERDADE DE VOTO

UNITA APELA ÀS INSTITUIÇÕES PARA QUE GARANTAM A LIBERDADE DE VOTO

Afficher l'image en taille réelleA UNITA apelou hoje à Assembleia Nacional e à Comissão Nacional Eleitoral a porém cobro ao que descreve de «ameaça à liberdade e à possibilidade de o cidadão poder participar e votar em consciência nas próximas eleições».

Em causa estão as recentes ameaças atribuídas ao general, Kundi Payhama, segundo as quais os cidadãos que questionarem os actos praticados por dirigentes do MPLA «vão sentir a carga da Polícia podendo acabar atrás das grades».

A UNITA diz que a postura daquele dirigente do partido no poder revela «uma nova cultura de intimidação que pode induzir o cidadão eleitor ao medo e à abstenção». O seu porta-voz, Adalberto da Costa Júnior, considera que com esta atitude o general Payhama «confundiu a denúncia de coisas injustas coma difamação de coisas injustas».

«São demasiadas as evidências. São demasiados os cidadãos que têm sido vítimas da mesma. E neste caso concreto nós não podemos aceitar que um cidadão e muito menos um membro do Governo venha a público dizer que quem poder acusar, duma suspeição, de uma violação de um determinado partido vai para a cadeia, isto é extremamente perigoso e não é cívico.

Já que temos uma prática de intolerância, uma política do medo, lamentavelmente real, particularmente no interior do país, nós podemos interpretar que este tipo de intervenções.»

Os recados de Kundi Payhama, feitos na qualidade de activista do MPLA, teriam sido dirigidos particularmente aos cidadãos que se opõe má ideia da realização do acto eleitoral em dois dias lançada pelo Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

Sobre esta matéria, os dirigentes da UNITA presentes na conferência de imprensa defenderam que as eleições se realizem num dia em respeito ao artigo 38 de Lei Eleitoral. Afirma não haver qualquer dúvida em como a «a menção de dois dias para a realização do acto eleitoral, feita pelo Presidente da República, não tem respaldo legal».

O maior partido na oposição sustenta que a hipotética admissão de que um dia pode não ser suficiente «assenta numa lógica ilegal e incorrecta.»

Fonte: MultiPress


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