"Resoluções do X Congresso da UNITA devem ser as mais acertadas para o futuro de Angola"

 

"Resoluções do X Congresso da UNITA devem ser as mais acertadas para o futuro de Angola"

O eurodeputado, João Soares, disse na abertura do X Congresso da UNITA, que o exemplo do pluralismo democrático do "Galo Negro" deve contagiar não só Angola mas também toda a África.

"Tivemos aqui a 4 anos e vimos aquela grande lição de democracia que foi dada à Angola e a África, de convidar um figura que não é da UNITA, para dirigir a Comissão Eleitoral, Justino Pinto de Andrade", recordou o político português.
João Soares aproveitou a oportunidade para reafirmar aquilo que sublinhou ser " o nosso respeito pela memória do grande dirigente angolano que foi Jonas Malheiro Savimbi, aquele que foi também, indiscutivelmente um dos maiores líderes africanos de sempre, um grande líder angolano que em circunstância nenhuma se vendeu a quem quer que fosse, porque foi sempre consequente com as sua ideias e morreu na defesa daquilo que acreditava".

Para o parlamentar europeu esta é uma matéria "indiscutível em termos históricos e em relação a qual queríamos prestar aqui o nosso testemunho de respeito pela memoria do presidente fundador da UNITA, Dr. Jonas Malheiro Savimbi".

Aquele dirigente político entende que a UNITA deve continuar a dar um contributo valioso para a " afirmação dos valores democráticos nesta terra".
"Angola precisa de construir um Estado democrático e instituições democráticas plenas. Está à caminho, houve avanços e o contributo da UNITA e do próprio Jonas Malheiro Savimbi, são indiscutíveis nesta matéria. Mas há muito por se fazer", recordou.

" É preciso fazer uma revolução tranquila em Angola. Não apenas na construção das instituições democráticas plenas, mas sobretudo na construção do futuro solidário de igualdade entre os angolanos", rematou.
João Soares é de opinião de que " esta situação de dependência extrema das energias perversas que não contribuem para o desenvolvimento é qualquer coisa que só pode terminar com o regime de alternância democrática plena em Angola".

O eurodeputado defende a realização de eleições em Angola, tendo avançado também que haja " igualdades de oportunidades para todos os partidos na campanha eleitoral e depois em tudo que tem que ser com as operações de escrutínio das eleições que se venham a realizar", defendeu.

Para o político a " alternância democrática passa indiscutivelmente pela UNITA, como a grande alternativa política", destacou.

  

 

 

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