SAMAKUVA E LIDENRACA DO PROCESSO DEMOCRATICO EM AFRICA

 



O líder da UNITA, Isaías Samakuva, anunciou em Luanda que o seu partido pretende liderar os processos que vão melhorar as democracias em Angola e em África.

No discurso que proferiu por altura da apresentação à imprensa da nova direcção do partido saída do último congresso, Samakuva disse que a UNITA quer se afirmar como um partido da oposição não submisso ao Governo nem irresponsável com a paz e a governabilidade do país.

«A UNITA mudou com a prática da democracia interna. Com a plena conquista da democracia, Angola também vai conhecer esta mudança. O grande objectivo para os próximos tempos é liderar os processos e acções que transformarão a qualidade das democracias angolana e africana, visando transformar a democracia num valor social, que elimine a pobreza, promova a igualdade económica, garanta maior inclusão da diversidade cultural e da representatividade do género, com vista a melhorar a qualidade de vida de todos os povos africanos.»

O líder a UNITA dedicou grande parte do seu pronunciamento às principais decisões do recém-terminado congresso do seu partido. Isaías Samakuva revelou o conclave aprovou a reestruturação e a modernização da UNITA «de maneira a organizá-lo como uma máquina eleitoral e preparar uma elite de quadros qualificados para garantir a sucessão das liderança tanto no partido como no Estado».

A nova Comissão Política da UNITA é integrada por mais de 400 membros entre efectivos e suplentes.

Setenta e cinco membros vão compor o Comité Permanente a maioritariamente provenientes do mandato anterior. Samakuva assegurou que trinta por cento dos membros são do sexo feminino.

No grupo parlamentar o destaque vai para a indicação do candidato derrotado no último congresso, Abel Chivukuvuku, para o cargo de presidente da Comissão de Consolidação do Estado Democrático e de Direito.

Carlos Morgado foi chamado para reforçar a equipa da Alcides Sakala, onde vai assumir a Comissão de Combate à Corrupção.

O antigo deputado da UNITA, cujo mandato foi suspenso pela Assembleia Nacional vai actuar na condição de conselheiro da bancada parlamentar.

Eugênio Manuvakola, suspenso aquando do chamado caso dos 16 deputados, vai continuar na Comissão Permanente.

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